Carreira

Não é preciso falar holandês, oportunidades são para cursos de graduação e mestrado ministrados em inglês

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Símbolo do Direito

São Paulo — Ninguém decide fazer Direito porque adora matemática: como qualquer profissional de humanas, o advogado costuma se sentir mais à vontade para lidar com palavras do que com números. O mercado, porém, oferece boas oportunidades para quem contraria essa tendência.

A carreira jurídica na área tributária — que exige gosto pelo universo quantitativo — é uma das mais aquecidas do momento no Brasil, diz Bruno Lourenço, sócio da Vittore Partners, empresa de recrutamento especializada nos setores jurídico, tributário, de relações governamentais e anticorrupção.

O problema é que o estudante de Direito não costuma desenvolver seu pensamento matemático na graduação. “A maioria das faculdades não prepara o estudante sequer para construir uma planilha de Excel”, diz Lourenço, que só descobriu seu interesse pelo universo tributário depois de viver uma experiência numa grande consultoria.

Resultado: advogados que não têm medo de matemática são raros, e os que existem são disputados a tapa pelos empregadores.

De acordo com o sócio da Vittore Partners, as empresas estão correndo atrás de gerentes tributários, especialmente se tiverem inglês fluente e conhecimentos sólidos em finanças e contabilidade. Essa última qualificação costuma ser obtida com um curso de graduação ou com pós-graduação na área. “Outra boa opção é buscar um curso de finanças voltado para advogados, porque o assunto já será apresentado na sua linguagem”, recomenda Lourenço.

Qual é o seu perfil: consultivo ou contencioso?

A carreira em direito tributário normalmente é dividida em duas vertentes: consultiva ou contenciosa. Os perfis são bastante diferentes entre si e dificilmente um advogado exerce as duas funções simultaneamente.

A modalidade consultiva é voltada para o mundo dos negócios, diz Camila Dable, sócia da Salomon Azzi, consultoria de recrutamento e seleção voltada ao mercado jurídico. A missão desse profissional é reduzir riscos e prejuízos financeiros de uma empresa com base em seus conhecimentos dos tributos.

Ele atuará em fusões e aquisições, processos de constituição de fundos de investimentos, bem como no planejamento tributário e societário de um cliente, por exemplo. Também estão sob sua alçada atividades ligadas à gestão financeira, custo e estruturação de capital e produtos e operações do mercado financeiro que serão usados pela área de tesouraria, completa Bruno Lourenço, da Vittore.

Quando atua na esfera consultiva, o advogado tributário costuma ser encontrado em departamentos jurídicos ou financeiros de companhias, em escritórios de advocacia ou em empresas de auditoria.

Já a modalidade contenciosa está ligada às esferas judiciais (tribunais regionais, estaduais ou superiores) e administrativas (órgãos como o CARF — Conselho Administrativo de Recursos Fiscais — ou o TIT —Tribunal de Impostos e Taxas), explica Renato Shapiro, também sócio da Salomon Azzi. O papel, aqui, é defender o cliente diante de um juiz em processos ligados a infrações na área tributária.

Esse tipo de advogado costuma trabalhar principalmente em escritórios, ou então em departamentos jurídicos de empresas. Sua missão é evitar prejuízos financeiros do seu cliente com eventuais indenizações e condenações que proíbam a empresa de fazer determinados negócios no futuro.

O que é exigido de cada perfil?

As competências necessárias para ter sucesso na carreira tributária dependem da vertente escolhida pelo advogado, explicam Dable e Shapiro.

Para a área consultiva, além do bacharelado em Direito e registro na OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), é importante ter experiência em empresas de contabilidade, pós-graduação (MBA ou lato sensu) em direito tributário ou até mesmo uma segunda graduação em ciências contábeis. “Você precisa saber ler um balanço, fazer cálculos, entender o suficiente de economia, contabilidade e finanças para discutir decisões com o seu cliente”, diz Shapiro.

Inglês fluente é obrigatório, já que esse advogado frequentemente trabalha para multinacionais e precisa conversar com investidores estrangeiros.

Já na vertente contenciosa, a formação exigida costuma ser mais acadêmica. “Além de graduação e OAB, é importante ter um diploma de pós-graduação stricto sensu, como mestrado e doutorado, ou um LLM [Master of Laws]”, diz Dable. Muitos profissionais dessa área que trabalham em escritório também dão aulas na universidade.

A principal exigência para quem trabalha na esfera contenciosa é conhecer profundamente o Processo Civil. Também é essencial compreender o funcionamento de tribunais e órgãos administrativos e saber se posicionar bem perante um juiz, explica a sócia da Salomon Azzi.

O domínio do inglês, ao contrário do que ocorre com o advogado tributário consultivo, não é tão preponderante.

E a matemática?

De acordo com Vanessa Canado, professora de direito tributário na Fundação Getúlio Vargas (FGV) e sócia do escritório CSMV, o advogado que pretende atuar na área tributária precisa, sim, ter gosto por números, mas não precisa ser um gênio do cálculo.

“A matemática exigida no nosso cotidiano é aquela que aprendemos no ensino médio, não vai muito além das quatro operações básicas”, explica ela. Ainda assim, faz bem ter conhecimentos de matemática financeira. O grau de familiaridade com os números também pode ser mais exigido por alguns clientes do que por outros.

De forma geral, o advogado tributário é mais cobrado no quesito numérico quando atua na frente consultiva. “Quando você atua com negócios, contratos e operações de fusões, é preciso ter um olhar mais interdisciplinar, ao contrário do advogado contencioso, que se preocupa mais com o Direito puro”, afirma a professora da FGV.

Ainda assim, ressalta Bruno Lourenço, da Vittore, até o advogado ou estudante de Direito que não pretende trabalhar na área de direito tributário precisa derrotar, de vez, a má vontade com a matemática. “Qualquer que seja sua especialidade, o advogado está sendo cada vez mais cobrado nesse sentido”, explica. “Ele precisa falar a língua dos números com seus clientes e mostrar o impacto financeiro de uma decisão em qualquer âmbito”, explica.

Um estudo feito em 2014 por professores da Universidade de Harvard reforça o recado. Os pesquisadores perguntaram a 124 advogados de 11 grandes escritórios dos Estados Unidos quais eram as disciplinas mais importantes da grade curricular de um aluno de Direito. A resposta da maioria foi “Análise de declarações financeiras e contabilidade”.

Vagas e salários

O cenário para quem se interessa por direito tributário é bastante animador — qualquer que seja a especialidade escolhida.

A demanda do mercado pelo profissional contencioso, que estava adormecida nos últimos anos, está passando por um renascimento na visão da professora Vanessa Canado, da FGV. “Os tribunais têm acatado mais frequentemente as teses dos contribuintes, o que tem gerado trabalho para quem vai defendê-los diante do juiz”, explica.

A oferta de oportunidades para o advogado consultivo — o mais requisitado atualmente, segundo Dable e Shapiro, da consultoria Salomon Azzi — está atrelada à aceleração dos negócios, o que ocorre em tempos de bonança econômica, ou então à necessidade de cortar custos, condição própria da crise. Conclusão: em qualquer momento pode haver demanda.

Em ambos os casos, a preocupação com medidas anticorrupção e compliance também melhora a empregabilidade para quem atua na área. Afinal, mais empresas buscam se precaver contra eventuais prejuízos financeiros em caso de irregularidade fiscal.

A valorização do advogado especializado na área tributária também se reflete na sua remuneração. Ao contrário de outras áreas do direito, em que há uma forte saturação na oferta de mão de obra, a falta de advogados com disposição para lidar com números joga os salários para cima.

Um estudo recente da consultoria de recrutamento Robert Half traz as seguintes projeções para profissionais de Direito tributário no Brasil em 2017:

Tributário contencioso

Cargo Salário em 2017 (empresas pequenas) Salário em 2017 (empresas médias) Salário em 2017 (empresas grandes)
Advogado sênior 8,5 mil – 14 mil reais 11 mil – 18,5 mil reais 11,5 mil – 18,5 mil reais
Advogado pleno 6,2 mil – 8,5 mil reais 6,5 mil – 11 mil reais 7 mil – 12 mil reais
Advogado júnior 3,8 mil – 5,5 mil reais 4 mil – 6,5 mil reais 4 mil – 7 mil reais

Tributário consultivo

Cargo Salário em 2017 (empresas pequenas) Salário em 2017 (empresas médias) Salário em 2017 (empresas grandes)
Advogado sênior 8,5 mil – 16,3 mil reais 11,5 mil – 21 mil reais 12,5 mil – 21 mil reais
Advogado pleno 6,2 mil – 9,5 mil reais 6,5 mil – 12,5 mil reais 6,5 mil – 14,5 mil reais
Advogado júnior 4,2 mil – 5,5 mil reais 4,3 mil – 8 mil reais 4,3 mil – 8 mil reais

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OurTime.org Hosts Generation Now Inaugural Youth Ball – Inside

Faz anos que a Uber domina as notícias, seja por seu estrondoso sucesso (são mais de 40 milhões de usuários em 500 cidades pelo mundo), suas novas empreitadas (como carros autônomos e até carros voadores), seus desafios (como a regulamentação do serviço, que em São Paulo foi elogiada pelo Banco Mundial) ou seus erros catastróficos.

Nos últimos meses, foi esse último tema que dominou a vida de Travis Kalanick, cofundador e a partir de hoje ex-CEO da Uber Technologies, criada em 2009 e avaliada em US$ 68 bilhões.

Tanto sucesso vem com enormes pressões de investidores – é a maior empresa privada mantida por venture capitalists do mundo –, grupo que em junho se juntou para exigir a renúncia do líder na esteira de uma série de escândalos, processos e problemas internos.

Só para se ter uma ideia do tamanho da confusão, a Uber está, ao mesmo tempo, tentando resolver conflitos sérios de bullying e assédio sexual, se preparando para um grande processo contra a Alphabet, empresa-mãe do Google, sendo investigada pelo governo americano e se recuperando de um vídeo devastador em que Kalanick aparece brigando com um motorista do aplicativo – tudo isso sem um Chief Operating Officer, Chief Financial Officer e, agora, sem CEO.

“Amo a Uber mais que tudo no mundo e, nesse momento difícil de minha vida pessoal, aceitei o pedido dos investidores para me retirar e para que a Uber possa voltar a construir ao invés de se distrair com outra briga”, escreveu ele num e-mail para a empresa, que tem 12 mil funcionários.

O que aprender com Travis Kalanick?

Famoso tanto pela ambição quanto pela volatilidade, Travis Kalanick assumiu um papel de liderança desde o começo da empresa.

Ultimamente, no entanto, seu jeito começou a fazer tão mal que uma investigação independente da Uber – conduzida pelo ex-procurador-geral dos EUA, Eric Holder, contratado pela própria startup – concluiu que sua autoridade deveria ser diminuída e a independência e supervisão do conselho, aumentadas.

Há uma semana, Kalanick decidiu pedir licença do posto e disse que buscaria ajuda para fortalecer sua capacidade de liderar.

A decisão não foi suficiente para aliviar a pressão e ele enfim se demitiu, embora contratualmente mantenha um nível de controle ainda desconhecido da empresa.

Apesar das polêmicas, a história de altos e baixos da Uber mostra que Kalanick tem muito a ensinar . A revista Inc. trouxe algumas lições de sua trajetória:

1. Quando errar, admita e peça e desculpas – rápido

Quando um post de uma ex-funcionária que descrevia assédios sexuais na empresa viralizou, Kalanick publicou no Twitter sua revolta com os envolvidos no crime: “O que foi descrito aqui é abominável & contra tudo que acreditamos. Qualquer pessoa que se comporte desse jeito ou pense que isso é OK será demitida”. A mesma coisa ocorreu após a divulgação do vídeo da discussão com o motorista: ele admitiu que o que ocorreu poderia ser uma oportunidade de reflexão para ele.

2. Peça ajuda objetiva de terceiros

Na esteira do post sobre assédio sexual, a Uber contratou a firma de Eric Holder para investigar suas práticas de maneira independente e fazer recomendações, que a empresa disse que acatará. Arianna Huffington, que faz parte do conselho, também foi convidada pelo CEO para participar das reuniões sobre problemas de cultura e disse que a companhia não toleraria mais “babacas brilhantes”.

3. Reconheça que você faz parte do problema e dê um passo atrás

Não há nada que Kalanick pudesse fazer para deixar mais claro que a Uber não vai voltar ao caminho de sempre do que se demitir.

4. Demita seus colegas se eles também fizerem parte do problema

Se quiser que sua empresa cresça e prospere, não tenha medo de cortar na carne. A Uber fez isso com pelo menos dois executivos de alto nível que agiram de maneira inapropriada e outros 20 envolvidos com assédio sexual e discriminação.

5. Olhe-se no espelho

Para muitos observadores, os problemas da Uber não são únicos. Estão, na verdade, enraizados na cultura do Vale do Silício, em que faltam mulheres e sobram atitudes sexistas e discriminatórias. Para enxergar que seria preciso se demitir para que sua empresa pudesse consertar seus problemas, Travis Kalanick se olhou no espelho e decidiu que era a melhor decisão que poderia tomar.

Agora com uma série de ideias para se aprimorar em mãos, a Uber, que segue muito poderosa, tem a chance de mostrar ao resto do mundo que é capaz de mudanças grandes e positivas.

Há quem veja paralelos com a história de Steve Jobs, outro líder volátil e famosamente retirado da Apple pelo conselho da empresa nos anos 1980. Uma década depois, retornou mais maduro e criou sucesso após sucesso até transformar sua companhia na mais valiosa do mundo.

Quem sabe um dia Travis Kalanick não faça algo parecido?

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Faz anos que a Uber domina as notícias, seja por seu estrondoso sucesso (são mais de 40 milhões de usuários em 500 cidades pelo mundo), suas novas empreitadas (como carros autônomos e até carros voadores), seus desafios (como a regulamentação do serviço, que em São Paulo foi elogiada pelo Banco Mundial) ou seus erros catastróficos.

Nos últimos meses, foi esse último tema que dominou a vida de Travis Kalanick, cofundador e a partir de hoje ex-CEO da Uber Technologies, criada em 2009 e avaliada em US$ 68 bilhões.

Tanto sucesso vem com enormes pressões de investidores – é a maior empresa privada mantida por venture capitalists do mundo –, grupo que em junho se juntou para exigir a renúncia do líder na esteira de uma série de escândalos, processos e problemas internos.

Só para se ter uma ideia do tamanho da confusão, a Uber está, ao mesmo tempo, tentando resolver conflitos sérios de bullying e assédio sexual, se preparando para um grande processo contra a Alphabet, empresa-mãe do Google, sendo investigada pelo governo americano e se recuperando de um vídeo devastador em que Kalanick aparece brigando com um motorista do aplicativo – tudo isso sem um Chief Operating Officer, Chief Financial Officer e, agora, sem CEO.

“Amo a Uber mais que tudo no mundo e, nesse momento difícil de minha vida pessoal, aceitei o pedido dos investidores para me retirar e para que a Uber possa voltar a construir ao invés de se distrair com outra briga”, escreveu ele num e-mail para a empresa, que tem 12 mil funcionários.

O que aprender com Travis Kalanick?

Famoso tanto pela ambição quanto pela volatilidade, Travis Kalanick assumiu um papel de liderança desde o começo da empresa.

Ultimamente, no entanto, seu jeito começou a fazer tão mal que uma investigação independente da Uber – conduzida pelo ex-procurador-geral dos EUA, Eric Holder, contratado pela própria startup – concluiu que sua autoridade deveria ser diminuída e a independência e supervisão do conselho, aumentadas.

Há uma semana, Kalanick decidiu pedir licença do posto e disse que buscaria ajuda para fortalecer sua capacidade de liderar.

A decisão não foi suficiente para aliviar a pressão e ele enfim se demitiu, embora contratualmente mantenha um nível de controle ainda desconhecido da empresa.

Apesar das polêmicas, a história de altos e baixos da Uber mostra que Kalanick tem muito a ensinar . A revista Inc. trouxe algumas lições de sua trajetória:

1. Quando errar, admita e peça e desculpas – rápido

Quando um post de uma ex-funcionária que descrevia assédios sexuais na empresa viralizou, Kalanick publicou no Twitter sua revolta com os envolvidos no crime: “O que foi descrito aqui é abominável & contra tudo que acreditamos. Qualquer pessoa que se comporte desse jeito ou pense que isso é OK será demitida”. A mesma coisa ocorreu após a divulgação do vídeo da discussão com o motorista: ele admitiu que o que ocorreu poderia ser uma oportunidade de reflexão para ele.

2. Peça ajuda objetiva de terceiros

Na esteira do post sobre assédio sexual, a Uber contratou a firma de Eric Holder para investigar suas práticas de maneira independente e fazer recomendações, que a empresa disse que acatará. Arianna Huffington, que faz parte do conselho, também foi convidada pelo CEO para participar das reuniões sobre problemas de cultura e disse que a companhia não toleraria mais “babacas brilhantes”.

3. Reconheça que você faz parte do problema e dê um passo atrás

Não há nada que Kalanick pudesse fazer para deixar mais claro que a Uber não vai voltar ao caminho de sempre do que se demitir.

4. Demita seus colegas se eles também fizerem parte do problema

Se quiser que sua empresa cresça e prospere, não tenha medo de cortar na carne. A Uber fez isso com pelo menos dois executivos de alto nível que agiram de maneira inapropriada e outros 20 envolvidos com assédio sexual e discriminação.

5. Olhe-se no espelho

Para muitos observadores, os problemas da Uber não são únicos. Estão, na verdade, enraizados na cultura do Vale do Silício, em que faltam mulheres e sobram atitudes sexistas e discriminatórias. Para enxergar que seria preciso se demitir para que sua empresa pudesse consertar seus problemas, Travis Kalanick se olhou no espelho e decidiu que era a melhor decisão que poderia tomar.

Agora com uma série de ideias para se aprimorar em mãos, a Uber, que segue muito poderosa, tem a chance de mostrar ao resto do mundo que é capaz de mudanças grandes e positivas.

Há quem veja paralelos com a história de Steve Jobs, outro líder volátil e famosamente retirado da Apple pelo conselho da empresa nos anos 1980. Uma década depois, retornou mais maduro e criou sucesso após sucesso até transformar sua companhia na mais valiosa do mundo.

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O estudante de Administração Jonathan Julian, de 26 anos, apresentou na semana passada seu Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) na Universidade Federal de Pernambuco, em Caruaru. A análise, porém, foi fora do comum. Ele identificou perfis de liderança nos personagens do anime japonês Cavaleiros do Zodíaco.

Com o título ‘Me dê seu líder, Pégasus: Um estudo dos perfis de liderança presentes nos Cavaleiros do Zodíaco’, o trabalho analisa nos personagens Seiya de Pégaso, Shiryu de Dragão, Hyoga de Cisne, Shun de Andrômeda e Ikki de Fênix os modelos de liderança do conceito chamado grade gerencial.

O título também é uma referência à série, em que o protagonista Seiya de Pégasus tem como grito de guerra a frase ‘Me dê sua força, Pégasus’.

“No terceiro período do curso, o professor de metodologia disse que a gente deveria desenvolver um projeto em cima do que a gente gostasse, desde que tivesse relação com administração”, contou o estudante ao E+.

Embora, no começo, ele não tivesse clara essa relação em mente, não pensou duas vezes em dizer qual era sua preferência. Segundo ele, o professor teve a mente aberta e gostou da ideia.

“Eu sabia que cada um tinha traços de personalidade diferentes, regidos por constelações, mas nunca tinha parado para pensar de forma científica”, diz. Ao longo da pesquisa, Jonathan foi analisando e entendendo as relações entre sua área e a série japonesa.

Ele conta que não precisou assistir a tudo de novo, porque não fazia muito tempo que tinha feito isso, mas viu alguns episódios e mangás da série para relembrar momentos marcantes. Todo o trabalho resultou na aprovação do estudante com 9,5 de nota.

Os avaliadores da banca, segundo ele, ficaram impressionados com a proposta.”Eles consideraram que a academia está muito fechada, focando apenas em estudos tradicionais como análise de cases. Estava precisando de uma renovação, e gostaram”, conta Jonathan.

Para o futuro, ele pretende seguir carreira acadêmica. Já está trabalhando em um artigo sobre o mesmo tema do TCC e quer ingressar no mestrado em busca de fazer uma análise similar.

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São Paulo — Quando não significa desemprego, a crise é sinônimo de estagnação. Quem sobreviveu às ondas de demissões precisou aceitar tarefas adicionais, horas extras e pressão crescente por resultados — tudo isso sem se subir um milímetro no organograma da companhia.

Essa realidade aparece nitidamente em uma pesquisa recente da consultoria Page Personnel, segundo a qual 6 em cada 10 profissionais de áreas técnicas e de suporte à gestão não recebem uma promoção há mais de um ano no Brasil.

O levantamento foi feito entre fevereiro e março de 2017 com 283 entrevistados. A amostra inclui profissionais de áreas como engenharia, finanças, vendas e marketing, logística, operações, recursos humanos, TI, secretariado e varejo.

“O custo fixo crescente, associado à queda na receita, faz com que as empresas cortem funcionários e raramente ofereçam aumentos salariais para os que ficam”, explica Ricardo Haag, diretor da Page Personnel.

Dos quase 60% de profissionais parados no mesmo cargo há um ano, 22,3% também não foram promovidos no ano anterior. Já 15,2% não foram alçados a uma nova posição nos últimos 12 meses, mas tinham recebido a recompensa há dois anos.

Como reagir à estagnação?

A sensação de imobilidade gera desânimo, cinismo e propensão à queixa — reações compreensíveis, mas venenosas para a carreira a curto, médio e longo prazo.

Segundo Haag, os poucos profissionais que conquistam promoções em meio à crise são justamente aqueles que vão na contramão dessa tendência: eles demonstram otimismo, disponibilidade e lealdade apesar da escassez de recompensas.

Agir dessa forma não é garantia de que você subirá no organograma, mas é uma condição essencial para que isso eventualmente aconteça.

“O fator comportamental, sem dúvida, é o mais decisivo para a ocorrência de uma promoção em tempos tão difíceis”, explica. “Quem assume uma postura negativa tende a ser demitido, e quem incorpora uma atitude positiva acaba sendo reconhecido, ainda que não imediatamente”.

Entre aqueles que ascenderam na carreira apesar da crise, 40,9% disseram que o motivo da recompensa foi o fato de terem atingido resultados e superado metas. Uma parcela de 17,3% assumiu novas responsabilidades, enquanto 7,7% investiram em qualificação e 3,6% apostaram em relacionamento com os líderes. A mistura desses fatores foi a resposta de 30,5%.

O fato é recente para cerca de 40% dos promovidos: 26,1% receberam a boa notícia há um ano e 14,5%, há seis meses. De acordo com Haag, a recompensa pode tardar, mas dificilmente falha. “A balança provavelmente vai se equilibrar no curto prazo”, resume. “Assim que a situação melhorar um pouco para a empresa, ela vai correr atrás desses atrasos e promover quem merece”, diz.

Alternativas

Então a paciência é a melhor (ou única) opção para quem está parado há muito tempo nos quadros da empresa?

A resposta é não. Em alguns casos, a busca por movimento é melhor do que a espera. Segundo a pesquisa da Page Personnel, 53,7% dos profissionais estagnados na mesma função pretendem buscar uma nova vaga nos próximos três meses. A caça por uma nova oportunidade será feita entre seis e nove meses por 16%, ou no máximo daqui a um ano por 19,7%.

Os satisfeitos são poucos: apenas 10,6% disseram que não pretendem mudar de empregador.

Os principais fatores para dizer sim a um novo emprego são um salário fixo mensal mais atrativo (29%), programas de aceleração de crescimento (23%), programas de recompensa (18%), investimento em conhecimento (15,2%) e bônus e participação nos lucros (14,8%).

Segundo Haag, a melhor forma de decidir se você deve permanecer no seu  emprego ou sair em busca de uma nova oportunidade é chamar o seu gestor para uma conversa franca sobre o futuro.

“Hoje cada vez mais empresas abrem espaços de diálogo para falar sobre carreira”, explica. “Aproveite esse canal, fale sobre a ausência de promoção e pergunte: ‘Estou devendo algum tipo de entrega para a empresa? Se sim, o que posso fazer para melhorar? Se não, que expectativas posso ter sobre minha trajetória aqui dentro?’”.

A decisão é complexa e deve ser avaliada caso a caso. De qualquer forma, diz Haag, é importante considerar fatores além da remuneração imediata, caso você se decida por abandonar o empregador atual. “Uma promoção ou aumento salarial podem trazer prazer, mas não felicidade”, afirma ele. “O mais importante é tomar decisões estratégicas para conseguir um trabalho com sentido e propósito para você”.

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Encontramos um anúncio no Airbnb de uma opção de hospedagem aliada a trabalho, na Escócia, um tanto inusitada e muito interessante.

Leia alguns trechos do texto abaixo e veja como é possível aprender inglês de forma criativa. Colocamos intencionalmente 10 erros no texto. Tente corrigi-los e depois confira suas respostas.

The Open Book is a charmed bookshop with apartment above in the heart of Wigtown, Scotland’s National Book Town.  Live your dream to have your very own bookshop by the sea in Scotland…for a week or two. Scotland’s National Book Town is in the most beautiful part of Scotland: Galloway.

The first ever bookshop holiday/residency experience, Scotland’s National Book Town welcomes you to play-bookshop. We’ll give you your very own apartment and bookshop bellow, supported by a team of friendly volunteers to make your trip as lovely as possible.

Set up by The Wigtown Festival Company, The Open Book’s aim is to celebrate books, independent bookshops and welcome people around the world to Scotland’s National Book Town. The fee for your staying is low because we are a non-profit. It covers the running costs of the holiday but that is all. A laptop and WiFi are provided, plus bicycles for those who likes to explore the bucolic countryside on two wheels!  The Open Book has a team of volunteers which want to make your stay as enjoyable as possible. Someone will be here to meet/greet you.

We are a friendly community, many residents have had a busy time joining local families for dinner or gatherings at the pub, others residents spend the holiday in the cozy apartment upstairs and out exploring.  Please note that this is not a volunteer opportunity, nor we are paying you to work. This is a holiday that you are paying, classified under cultural tourism and you can enjoy the bookshop as you wish. It is the sole responsability of the resident to ensure that they adhere to any visa requirements or similar regulations.

RESPOSTAS:

The Open Book is a charming bookshop with apartment

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The Open Book has a team of volunteers who want

other residents spend the holiday in the cozy apartment

nor are we paying you to work

This is a holiday that you are paying for

 It is the sole responsibility of the resident…

FONTE: Aibnb 

Rosangela Souza é fundadora e sócia-diretora da Companhia de Idiomas e da ProfCerto. Também é professora de técnicas de comunicação, gestão de pessoas e estratégia no curso de Pós-Graduação ADM da Fundação Getúlio Vargas.

 

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No best-seller “Como fazer amigos e influenciar pessoas”, publicado pela primeira vez em 1936 e até hoje muito lido em todo o mundo, o autor Dale Carnegie diz que é fundamental mostrar interesse e fazer perguntas para conquistar o outro. Hoje, a ciência vem provando que isso funciona mesmo.

Imagine este cenário: você conhece um novo colega de trabalho em uma festa da firma. Você puxa papo e ele logo começa a contar algo engraçado.

Você fica realmente entretido e faz várias perguntas que o encorajam a explicar melhor os detalhes da história.

Quando ele acaba, vocês trocam cumprimentos e cada um vai para um lado a fim de conversar com outras pessoas.

Agora pense: quem conseguiu causar a melhor impressão, a pessoa que contou a história ou você, que ficou ouvindo e fazendo perguntas?

Muita gente gosta de ser o centro das atenções e talvez prefira estar no papel do colega que liderou a conversa. Mas um estudo conduzido por Karen Huang, estudante de doutorado da Harvard Business School, revela que a pessoa que faz as perguntas geralmente é mais querida pelos outros.

“As pessoas passam a maior parte das conversas falando sobre seus próprios pontos de vista e tendem a se autopromover ao falar com outros pela primeira vez. Em contrapartida, os que fazem perguntas são percebidos como mais receptivos e são mais apreciados”, diz o artigo publicado por Huang e seus colegas no fim de abril deste ano no Journal of Personality and Social Psychology.

Ótima notícia para quem se sente constrangido com o silêncio ao lado de outras pessoas – e também para quem costuma ficar muito preocupado pensando na próxima coisa que irá dizer nas conversas.

O estudo

Em uma série de quatro estudos, os pesquisadores investigaram os efeitos de se fazer perguntas em conversas entre duas pessoas que não se conheciam.

“No primeiro, instruímos um parceiro de conversação a perguntar um número alto ou baixo de perguntas”, escreveram.

No segundo, foi feita a mesma coisa, mas desta vez ambos os parceiros de conversação foram instruídos a fazer mais ou menos perguntas.

As duplas conversaram por meio de uma plataforma de mensagens instantâneas, e depois, deveriam avaliar o quanto gostaram do seu parceiro de conversa.

Em um terceiro estudo, os pesquisadores pediram a terceiros que observassem as duplas conversando e avaliassem a “gostabilidade” de cada um.

E o último estudo avaliou o efeito das perguntas em outro contexto: aqui, as duplas eram casais que haviam acabado de se conhecer e estavam em um primeiro encontro romântico.

Além disso, os tipos de questões feitas durante esses estudos e sua influência na percepção de quem as perguntava também foram analisados.

As pessoas querem ser ouvidas

Quem fez mais perguntas era avaliado de forma mais positiva do que quem fez menos perguntas – gerando, inclusive, maior probabilidade de se marcarem segundos encontros, no caso do estudo com os casais.

E as melhores perguntas para se fazer são as chamadas questões de acompanhamento – aquelas que pedem mais informações sobre algo que está sendo dito. Dá para entender o porquê: perguntas assim mostram que você está prestando atenção no que o outro fala.

E esse é o ponto central do estudo: as pessoas querem ser ouvidas, mas a maioria não está muito disposta a ouvir. “Na maioria das conversas, as pessoas compartilham, sobretudo, informações sobre si mesmos em vez de discutir outros possíveis tópicos.

Um estudo de conversas em ambientes públicos, como trens, sugere que as pessoas passam dois terços do tempo de conversação falando sobre suas experiências pessoais”, dizem os autores.

“Especialmente quando conhecemos alguém novo, tendemos a usar estratégias de apresentação autofocadas, como autopromoção”.

Mas se concentrar em si mesmo não é uma boa tática se queremos que gostem de nós. “Os comportamentos verbais que se concentram no eu, como redirecionar o tópico da conversa para si mesmo, se gabando, se vangloriando ou dominando a conversa, tendem a diminuir [a simpatia dos outros por nós]”, diz o artigo.

Em contraste, comportamentos que se concentram nos outros aumentam a simpatia. O estudo concluiu que fazer perguntas interessadas indica sensibilidade, atenção, cuidado e consideração pelas opiniões e visões do outro.

“Ao fazer isso, você reconhece que a perspectiva dessa pessoa é valiosa o suficiente para que você queira saber mais”, explicam os autores. E isso gera uma reciprocidade – o seu interlocutor também irá demonstrar esses sentimentos e opiniões em relação a você.

Atitude simples, mas não comum

Apesar de perguntas serem um meio óbvio de indicar interesse, pouca gente faz isso de fato – por várias razões.

“Essa negligência em fazer perguntas pode acontecer porque as pessoas são egocêntricas e estão focadas em expressar seus próprios pensamentos, sentimentos e crenças, com pouco ou nenhum interesse em ouvir o que o outro tem a dizer. Ou elas podem estar muito distraídas por outros aspectos da conversa e não percebem que fazer uma pergunta é uma opção”, dizem os pesquisadores.

Por outro lado, o estudo acrescenta, algumas pessoas podem preferir não perguntar nada por receio de que suas perguntas sejam inapropriadas, invasivas ou simplesmente ruins. E aí é bem mais fácil só falar sobre si mesmo.

Este conteúdo foi originalmente publicado no site da Superinteressante.

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Comentários desativados

30 concursos públicos oferecem salários de até R$ 24,8 mil

Postado por | 21 de junho de 2017 | Carreira

Estagiários

São Paulo – Para quem quer seguir carreira pública, veja os concursos públicos com inscrições abertas. As oportunidades profissionais estão espalhadas por todas as regiões do país.

SUL E SUDESTE

SP – Prefeitura de Osasco
São mais de 1,2 mil oportunidades de nível médio e superior. Há vagas de nível superior para analista de negócios, analista de sistemas, analista financeiro, arquiteto, auditor, contador, dentista – diarista, economista, engenheiro agrônomo, engenheiro civil, engenheiro de segurança do trabalho, professor de educação básica II nas disciplinas de educação artística, educação física e inglês, procurador – classe I, e médicos em diversas especialidades.

Salário: até 6.051,89 reais.
Inscrições: até 23 de junho  pelo site do Indepac 

SP – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (CREA-SP)
Há 9 oportunidades e formação de cadastro reserva para os níveis superior e médio. Os cargos para quem tem diploma superior são de analista advogado, analista contábil-financeiro, analista administrativo, analista de recursos humanos e analista de tecnologia da informação.

Salário: até 8.385,48 reais
Inscrições: até 7 de julho pelo site Nosso Rumo

SP-  Ministério Público de São Paulo
São 67 vagas para promotor substituto. É preciso ter bacharelado em direito e no mínimo três anos de atividade jurídica de experiência.

Salário: 22 mil reais
Inscrições: até 11 de julho pelo site do Ministério Público

SP – Prefeitura de Jundiaí
Há três oportunidades para nível superior. O cargo disponível é de auditor fiscal de tributos municipais. Para se candidatar, é preciso ter graduação completa em administração, ciências
contábeis, economia, matemática ou direito, além de experiência profissional de seis meses.

Salário: até 9.181,48 reais
Inscrições: até 13 de julho pelo site do Ibam

RJ Prefeitura de Nova Petrópolis
São 17 vagas para nível fundamental, médio e superior. Há vagas para agente, médico, operário, entre outras.

Salário: 10.848,76 reais
Inscrições: até 29 de junho pelo site da Objetivas

RJ Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro
São 12 vagas destinada a quem tem ensino médio e superior. Há vaga para técnico administrativo, analista de TI, contador, entre outras.

Salário:  até 5.346 reais
Inscrições: até 30 de junho pelo site do IGD 

MG – Prefeitura de Alvarenga
São 32 vagas para níveis fundamental, médio e superior. Há oportunidades para enfermeiro, psicólogo, odontólogo, médico, educador físico, entre outras.

Salário: até  9.307,17 reais
Inscrições:  até 26 de junho pelo site Máxima Auditores

MG – Prefeitura de Alto Rio Doce
Há 10 oportunidades para quem tem diploma superior ou médio. As vagas são para farmacêutico NASF, médico da saúde da família PSF, técnico de referência assistente social, agente comunitário de saúde PSF e auxiliar em saúde bucal PSF.

Salário: até 10.400 reais
Inscrições: até 7 de julho pelo site da Amma Barbacena

MG – Polícia Militar de Minas Gerais
O concurso oferece 39 oportunidades para nível superior. As vagas são para farmacêutico, enfermeiro, fisioterapeuta (especialidade respiratória) e médico (clínica geral, cirurgia torácica, pediatria, angiologia/cirurgia vascular, neurocirurgia, otorrinolaringologia).

Salário: até 8.874,60 reais
Inscrições: até 19 de julho pelo site da PM-MG

ES – Prefeitura de Vitória
Há 15 vagas para médico nas seguintes especialidades: angiologista, cirurgião geral, endocrinologista, infectologista, médico PSF, neurologista, oftalmologista, ortopedista, otorrinolaringologista, proctologista, psiquiatra, urologista, clínico (diarista e plantão) e pediatra (diarista e plantão).

Salário: 8.270,82 reais
Inscrições: até 27 de junho pelo site da prefeitura

PR – Itaipu Binacional
São 12 vagas para nível fundamental, médio e superior para trabalhar em Foz do Iguaçu.  De nível superior há oportunidades na área de administração, informática, engenharia cartográfica e comunicação social. 

Salário: até 6.602,74 reais
Inscrições: até 11 de julho pelo site da Universidade Federal do Paraná, Núcleo de Concursos

SC – Prefeitura de Laguna
São 42 oportunidades para níveis fundamental, médio e superior. Há vagas para médico, nutricionista, psicólogo, odontólogo, enfermeiro.

Salário:  até 8.188,08 reais
Inscrições: até 22 de junho pelo site de concursos da Faepesul

SC – Prefeitura de Balneário Gaivota
Há vagas para todos os níveis, inclusive para engenheiro químico, nutricionista, enfermeiro, médico e orientador social.

Salário: até 11.160,45 reais
Inscrições: até 27 de junho pelo site da Faepesul

SC -Prefeitura de Armazém
São 15 vagas para níveis fundamental, médio e superior. De nível superior há vagas para farmacêutico, médico.

Salário: até 9.896,65 reais
Inscrições: até 10 de julho pelo site IOBV

SC – Prefeitura de Santa Cecília
Há 71 oportunidades para profissionais com todos os graus de escolaridade. Os cargos disponíveis incluem os de enfermeiro, engenheiro civil, engenheiro em segurança do trabalho, fonoaudiólogo, médico, nutricionista, entre outros.

Salário: até 14.688,81 reais
Inscrições: até 13 de julho pelo site da SC Treinamentos

RS – Câmara Municipal de Guaíba
São 3 vagas, duas para auxiliar administrativo e uma para procurador.

Salário: até 6.125,81 reais
Inscrições:  até 26 de junho pelo site Legalle Concursos  

RS – Universidade Federal de Pelotas (Ufpel)
Há 11 vagas para professor do magistério superior nas seguintes áreas: 
geociências, geodésia e geotécnica, representação gráfica, prescrição de exercícios físicos para grupos especiais, economias agrárias e dos recursos naturais/crescimento, flutuações e planejamento econômico/economia regional e urbana, zootecnia/pastagem e forragicultura, direito civil, teoria geral do processo e direito processual civil, saúde coletiva e psicologia médica e psiquiatria.

Salário: até 9.114,67 reais
Inscrições: até 27 de junho pelo site da Ufpel

RS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS)
Há vagas para docentes em áreas como biologia, geografia, ciências da computação, engenharia, entre outras.

Salário: até 9.570,41 reais
Inscrições: até 3 de julho pelo site da UFRGS

RS – Prefeitura de Pelotas
O concurso oferece 162 oportunidades para os níveis superior, médio e fundamental, 
inclusive para enfermeiro intervencionista, engenheiro mecânico, médico perito, médico neurologista e médico veterinário.

Salário: até 5.547,87 reais
Inscrições: até 18 de julho pelo site da RBO Concursos

CENTRO OESTE

GO – Prefeitura de Carmo do Rio Verde
O concurso oferece 27 vagas para os níveis superior, médio e fundamental. Podem se candidatar enfermeiros, médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, dentistas, psicólogos, entre outros profissionais. 

Salário: 9,5 mil reais
Inscrições: até 29 de junho pelo site da Ethos

MS – Governo do Mato Grosso do Sul
São 210 vagas, 30 para delegado e 180 para agente de polícia (escrivão ou de investigador). Para delegado, a idade mínima para participar é de 21 anos e a máxima de 45 anos. É preciso ter formação em Direito.

Salário: até 14.978,26 reais
Inscrições: até 10 de julho pelo site Fapems

MS – Polícia Civil de Mato Grosso do Sul
O concurso oferece 210 oportunidades para nível superior. Os cargos disponíveis são de delegado de polícia e agente de polícia judiciária (investigador ou escrivão).

Salário: até 14,978.26 reais
Inscrições: até 10 de julho pelo site da Fapems

NORTE E NORDESTE

RN – Prefeitura de Major Sales
São 88 oportunidades de nível fundamental, médio e superior. Há vaga para advogado, assistente social, bioquímico, contador, enfermeiro, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, médico, odontólogo, nutricionista, odontólogo, professor, psicólogo.

Salário: até 6.000 reais.
Inscrições: até 25 de junho pelo site de concursos pelo site de concursos da Universidade Estadual da Paraíba

RN – Prefeitura de José da Penha
São 32 oportunidades para níveis fundamental, médio e superior.  Há vagas para assistente social, bioquímico, cirurgião dentista, educador físico, enfermeiro, engenheiro agrônomo, engenheiro civil, farmacêutico, fisioterapeuta, pedagogo, professor, psicólogo, entre outras.

Salário: até 6.000 reais
Inscrições: até 25 de junho pelo site de concursos pelo site de concursos da Universidade Estadual da Paraíba

RN – Prefeitura e Câmara de Portalegre
São 65 oportunidades de nível fundamental, médio e superior.

Salário: até 11.750,00 reais
Inscrições:  até 25 de junho pelo site de concursos da Universidade Estadual da Paraíba

PB – Prefeitura de Patos
São 427 oportunidades para todos os níveis de escolaridade,  sendo que 240 vagas são para quem tem nível superior, com vagas para  assistente social, biomédico, cardiologista, enfermeiro, farmacêutico, fisioterapeuta, fonoaudiólogo, gastroenterologista, hematologista, professores, entre outros profissionais.

Salário: até 12 mil reais
Inscrições: até 25 de junho pelo site de concursos da Universidade Estadual da Paraíba.

PB – Prefeitura de Boqueirão
São 185 oportunidades para os níveis superior, médio e fundamental. Há vagas para biomédico, farmacêutico, médico, assistente social, dentista, nutricionista, professor, pedagogo, veterinário, entre outros profissionais.

Salário: até 6.715 reais
Inscrições: até 30 de junho pelo site da Educa PB

PE – Universidade de Pernambuco
São 388 vagas para nível médio e superior. Há oportunidades para o cargo de analista técnico em gestão universitária (para administrador, analista de sistemas, biólogo, dentista, enfermeiro, engenheiro, psicólogo, entre outras formações), assistente técnico em gestão universitária (para atendente de clínica odontológica, assistente administrativo, técnico em administração, contabilidade, entre outros)  e médico (cardiologista pediátrico, ginecologista e obstetra, entre outros). 

Salário: até 7.514,74 reais
Inscrições: até 16 de julho pelo site da UPENet

AL – Universidade Federal de Alagoas (Ufal)
Há vagas para docentes efetivos nos campi de Maceió, Arapiraca e Sertão. As oportunidades são para áreas como medicina, engenharia, matemática, psicologia, economia, artes, entre outras.

Salário: até 9.585,67 reais
Inscrições: até 10 de julho pelo site da Copeve


RO – Ministério Público de Rondônia

São 10 vagas para promotor. Entre os requisitos,  é preciso ter concluído curso de Direito e também ter três anos de experiência.

Salário: 24.818,91 reais
Inscrições: até 10 de julho pelo site Concursos FMP

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Feira terá 60 universidades dos EUA e oferta de bolsas

Postado por | 20 de junho de 2017 | Carreira

Gratuita, a Feira EducationUSA, Rio de Janeiro, terá oferta de bolsas de estudo para cursos nos Estados Unidos

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Atriz de Mulher-Maravilha realmente recebeu menos?

Postado por | 20 de junho de 2017 | Carreira

Gal Gadot na pré-estréia de Mulher Maravilha

Muitas pessoas estão revoltadas com o fato de Gal Gadot, a atriz que interpreta a Mulher-Maravilha, ganhar menos que outros atores que interpretam super-heróis.

Segundo a revista Variety, a israelense assinou um contrato em 2014 para fazer três filmes: Batman vs Superman, Mulher-Maravilha e Liga da Justiça. Em cada um, ela ganharia 300 mil dólares.

O salário está sendo comparado com o do ator Henry Cavill, que interpretou o Super Homem. Estima-se que ele tenha recebido 14 milhões de dólares para fazer O Homem de Aço, primeiro filme da franquia.

Entretanto o número não é passível de confirmação. Uma reportagem da revista Vanity Fair, por exemplo, afirma duvidar da cifra.

Segundo uma fonte “com conhecimento sobre negociações de estúdios e franquias de filmes”, o contrato de Cavill teria sido parecido com o de Gadot, ou seja, os 14 milhões de dólares não seriam referentes a apenas um filme.

Além disso, segundo o Daily Dot, Chris Evans, intérprete do Capitão América, assinou um contrato igual ao de Gadot, com os mesmos valores (300 mil dólares) para fazer três longas.

Vale também lembrar que o valor ganho pela Mulher-Maravilha ainda pode aumentar. Quando os filmes são grandes sucessos, é comum que os atores recebam um bônus.

É possível também que, devido ao grande público, a atriz possa negociar seu salário para o próximo longa da personagem.

Especula-se que os 14 milhões de dólares, supostamente pagos a Cavill, seriam resultado dessas negociações e bônus após os filmes da franquia.

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Google estreia ferramenta para busca de vagas de emprego

Postado por | 20 de junho de 2017 | Carreira

Los Angeles – O Google estreou nesta terça-feira uma ferramenta dentro de seu motor de busca para ajudar os usuários a procurar e encontrar ofertas de emprego que se ajustem às suas necessidades trabalhistas.

Basta que os usuários escrevam “trabalhos perto de mim” ou frases similares relacionadas com a busca de emprego no Google que a ferramenta de busca mostrará resultados com essas ofertas.

“Sem importar quem você é ou que tipo de emprego você está buscando, é possível encontrar o anúncio de trabalho que encaixe com suas necessidades”, explicou a empresa em comunicado, detalhando uma função que já tinha antecipado na I/O, seu evento para desenvolvedores, realizado em maio.

O Google afirmou que terá a colaboração de empresas que prestam serviço no setor, como LinkedIn, Monster, WayUp, DirectEmployers, CareerBuilder, Glassdoor e Facebook, para que a nova ferramenta inclua em seus resultados os anúncios feitos nesses sites assim que eles forem publicados na internet.

Inicialmente, segundo o Google, o serviço estará disponível apenas em inglês e mostrará vagas de emprego nos Estados Unidos.

Para muitos dessas vagas, o Google disse que os usuários poderão ver nos resultados as avaliações e opiniões sobre o empregador, saber quanto tempo gastariam para ir de casa ao trabalho e receber alertas personalizados quando aparecem ofertas que coincidam com os critérios previamente estabelecidos.

“Seja um jovem adulto buscando seu primeiro emprego, um veterano que espera fazer uso de sua experiência como líder na vida civil, ou um pai buscando um trabalho com melhor salário para apoiar uma família em desenvolvimento, esperamos que essa nova experiência no Google torne mais simples e efetiva a busca por emprego”, concluiu a empresa sobre a ferramenta.

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Dicas preciosas de português para quem vai prestar concurso do TJ

Postado por | 20 de junho de 2017 | Carreira

O concurso público do Tribunal de Justiça, do Estado de São Paulo, é uma excelente oportunidade a quem visa a ser escrevente. A prova, que ocorrerá no dia 2 de julho, exigirá um bom conhecimento em Concordância e em Regência.

Para facilitar o estudo nesta reta final, separei algumas importantes normas gramaticais.

Concordância

Quando o sujeito é representado por expressões como a maioria de, a maior parte de, grande parte de (e um nome no singular), o verbo concorda no singular ou no plural – a concordância é facultativa:

“Grande parte dos candidatos acredita em mudança política.”
“Grande parte dos candidatos acreditam em mudança política.”

Quando houver a voz passiva sintética (consequentemente haverá a partícula apassivadora -SE), o verbo concordará com o sujeito paciente:

“Alugam-se casas.”
“Compram-se móveis usados.”
“Anunciam-se novas medidas econômicas no Brasil.”

Em contrapartida, quando houver o índice de indeterminação do sujeito (vale perceber objeto indireto, advérbio ou predicativo como complementação do verbo), o verbo sempre ficará no singular:

“Precisa-se de vendedores bem-humorados.”
“Trata-se de ações importantes.”
“Sobre o palco, fala-se demais.”
“É-se feliz nesta cidade.”

Quando não houver determinação no sujeito, o adjetivo será invariável:

“É proibido entrada.”
“Mudança é permitido.”
“Dieta é bom para emagrecer.”

No entanto, quando houver a determinação, a concordância será obrigatória:

“É proibida a entrada.”
“A mudança é permitida.”
“Aquela dieta é boa para emagrecer.”

Regência

Os verbos ANTIPATIZAR/SIMPATIZAR não são pronominais; exigem apenas a preposição “com “:
“Simpatizo com todo o público daquele teatro.”
“Antipatizo com toda pessoa ofensiva.”

É grave erro a construção “Simpatizo-me com… / Antipatizo-me com…”.

Além disso, lembre-se de que o verbo PREFERIR – normalmente transitivo direto e indireto – não é um verbo comparativo. Por isso, não são admitidas construções como “Prefiro mais…”, “Prefiro muito mais…”, “Prefiro mil vezes…” ou “Prefiro mais…”.

O uso correto, à visão da gramática tradicional, é com a preposição A:

“Prefiro futebol a basquete.”
“Prefiro ler romance a ler conto.”
“Prefiro carboidrato a proteína.”

Desejo-lhe muito sucesso em mais este concurso!
Um abraço, até a próxima e siga-me pelo Twitter!

Diogo Arrais
@diogoarrais
Professor de Língua Portuguesa – CPJUR – portalcpjur.com.br
Autor Gramatical pela Editora Saraiva

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Salário da Mulher-Maravilha é 2% do valor pago ao Super-Homem

Postado por | 20 de junho de 2017 | Carreira

São Paulo – Gal Gadot ganhou 300 mil dólares por sua atuação em “Mulher-Maravilha”. O salário da atriz israelense equivale a 2% dos 14 milhões de dólares que o ator britânico Henry Cavill ganhou para encarnar o Super-Homem em  “Homem de Aço”,  de 2013, segundo o Daily Dot.

Mas em termos de lucratividade, a história da Mulher-Maravilha vai, dentro de alguns dias, derrotar a do Super-Homem e com certa facilidade. Pelo visto, não foi só o salário da protagonista que foi subestimado,  em relação ao de colegas de outras produções.

A heroína Diana está fazendo tremendo sucesso nas telonas e já rendeu 571 milhões de dólares em bilheteria. O “Homem de Aço” conquistou 668 milhões de dólares, de acordo com a Forbes.

A lotação dos cinemas e as centenas de milhões de dólares arrecadados podem fazer com que Gal Gadot receba um bônus pela atuação em Mulher-Maravilha, deixando menor a vergonhosa a discrepância salarial entre ela e o ator que viveu o Homem de Aço.

Embora, haja a remuneração variável, o salário base da atriz pode não mudar nos próximos dois filmes em que vai viver Diana. O contrato assinado por Gal em 2014, segundo a Variety, já previa três filmes e 300 mil dólares por cada um deles: “Mulher Maravilha”, “Batman vs Superman: A origem da Justiça” e “Liga da Justiça”. O sucesso que ela ia fazer como a heroína é que, certamente, não foi previsto no contrato.

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74 empresas buscam estagiários e trainees

Postado por | 20 de junho de 2017 | Carreira

3M abre inscrições para programa de estágio. Termina hoje o prazo para inscrições no programa de trainee do Citi e da Honda

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Entenda qual o papel das emoções nas conversas de trabalho

Postado por | 20 de junho de 2017 | Carreira

São Paulo – O que você faria se alguém da sua equipe entrasse na sua sala dizendo-se envergonhado com um erro que cometeu? Se você sabe como as emoções afetam as conversas, talvez tome a atitude certa, neste momento. Confira o que indica a coach Eva Hirsch Pontes, em mais um dos vídeos de carreira.

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Os cargos de engenharia em alta (e em baixa) no Brasil

Postado por | 20 de junho de 2017 | Carreira

Amazon

São Paulo — Um novo estudo de tendências e salários no Brasil elaborado pela consultoria de recrutamento HAYS indica que o mercado de trabalho tende a ser um pouco mais receptivo para engenheiros em 2017 do que foi no ano passado, sobretudo no segmento de infraestrutura.

A situação mudou bastante nas últimas décadas, explica Raphael Falcão, diretor da HAYS Experts. Entre 2000 e 2014, a demanda por engenheiros estava a pleno vapor: o investimento em setores como óleo e gás, infraestrutura e telecomunicações resultou em salários polpudos e um “boom” de empregos.

Com a crise econômica e a instabilidade política que se acentuaram em meados de 2014, o cenário ficou bem menos favorável para eles.

Muitos projetos foram travados, inclusive porque players de grande porte foram diretamente implicados nas investigações da Lava-Jato. Falcão lembra também que outros fatores conjunturais também atrapalharam a vida do engenheiro brasileiro, como a queda no preço do barril de petróleo em 2015.

Compasso de espera

Na visão do diretor da HAYS Experts, o mercado começou a se reaquecer entre meados de 2016 e o começo de 2017, com a retomada de investimentos em atividades que exigem a participação de engenheiros. “Empresas chinesas começaram a entrar no setor de energia, trazendo recursos, e o agronegócio continuava a dar bons resultados”, explica Falcão. 

Com as novas turbulências políticas trazidas pelas delações de Joesley Batista, dono da JBS, envolvendo o presidente Michel Temer, a incerteza voltou. Resultado: os investimentos foram desacelerados novamente — e os empregadores dos engenheiros entraram em compasso de espera para minimizar os riscos em caso de mudança de governo.

Hoje, diz Falcão, a situação do engenheiro só não é tão desfavorável porque os compromissos assumidos pelas empresas no período de “calmaria” continuam valendo. “Muitos projetos já tinham sido desenhados”, explica. “Por isso, houve um aumento no recrutamento para certas posições em engenharia tanto por parte de empresas brasileiras quanto estrangeiras”, explica.

A situação é diferente da vivida em 2016, quando o foco das companhias estava em reduzir custos, aumentar a produtividade e ganhar eficiência operacional — o que motivou ondas de demissões e a redução no número de vagas para engenheiros de certas especialidades.

Luz no fim do túnel?

Em 2017, continua valendo a busca por melhoria contínua, qualidade e eficiência operacional, mas o ambiente se tornou ligeiramente mais receptivo para candidatos a oportunidades profissionais.

“O segmento de infraestrutura, com destaque para energia e agronegócio, tem perspectiva de aumento das exportações e concentra o maior número de oportunidades”, informa o relatório da HAYS.

O mercado como um todo começa a esboçar uma tímida melhora. Segundo uma pesquisa recente do ManpowerGroup, hoje há mais empresas (12%) que pretendem aumentar o número de funcionários do que reduzir o ritmo de contratações (11%). Isso ocorreu pela primeira vez em dois anos. 

Embora o cenário brasileiro continue indefinido como um todo, Falcão tem uma visão otimista sobre o mercado para engenheiros no país.

“O alavancador econômico do Brasil continua sendo o setor infraestrutura, que não existe sem a figura do engenheiro”, diz. “Mais cedo ou mais tarde a carreira voltará a ter um momento de forte aceleração”. 

Cargos em alta x cargos em baixa

O estudo da HAYS indica que as posições mais solicitadas em 2017 no mercado de engenharia são as seguintes:

Cargos em alta
Gerente de operação
Gerente de melhoria contínua / qualidade
Gerente de saúde, segurança e meio ambiente
Coordenador de engenharia de confiabilidade

Falcão explica que o gerente de operação é uma figura demandada porque traz para dentro da organização o foco na redução de custos — prioridade inevitável em tempos de crise.

Essa também é uma das missões do gerente de melhoria contínua e qualidade, que também está entre os mais solicitados no mercado de engenharia: ele trabalha para maximizar a qualidade do produto, sem aumentar os custos de produção.

O gerente de saúde, segurança e meio ambiente, por sua vez, é um profissional requisitado sobretudo porque ajuda a reduzir perdas financeiras com processos judiciais nas áreas trabalhista e ambiental.  Ele também tem o papel de apoiar as áreas de marketing e branding, uma vez que contribui para melhorar a reputação da empresa.

Outro profissional em alta, o coordenador de engenharia de confiabilidade é mais conhecido por seu envolvimento no processo de recall de produtos como carros e celulares. Mas seu papel vai muito além. Se a empresa vende caixas de papelão, por exemplo, é o engenheiro de confiabilidade que cuidará para que elas consigam resistir empilhadas a 1000 quilômetros de estrada, e não a apenas 500, como as produzidas por um determinado concorrente. 

“Trata-se de uma figura fundamental para as áreas de marketing e vendas porque olha para o produto não só na saída, mas ao longo de um determinado ciclo”, explica Falcão.

Já os cargos menos solicitados, ainda segundo a HAYS, são estes:

Cargos em baixa
Gerente de projetos industriais
Gerente de pesquisa e desenvolvimento

Segundo Falcão, a indústria deve demorar para retomar as contratações, já que a queda no consumo resulta em fábricas ociosas e paralisação de investimentos em ampliação de espaço físico e maquinário, por exemplo. Daí a escassez de oportunidades para o gerente de projetos industriais.

Já o gerente de pesquisa e desenvolvimento está entre os menos demandados porque a crise fez aumentar a aversão ao risco. “Hoje, o movimento das empresas é olhar para seus produtos e serviços já existentes e concentrar esforços nos mais rentáveis, que têm retorno relativamente certo”, explica o diretor da HAYS Experts. Pesquisa e desenvolvimento normalmente recebem investimentos quando a indústria pode investir numa rentabilidade a longo prazo, o que não é o caso por enquanto.

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As 50 universidades de maior prestígio no mundo

Postado por | 19 de junho de 2017 | Carreira

A revista britânica Times Higher Education acaba de divulgar o ranking das universidades com a melhor reputação no mundo. Harvard no topo, de novo

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Como Bill Gates lidou com a pressão de jogar tênis com Federer

Postado por | 19 de junho de 2017 | Carreira

Bill Gates no saguão da Torre Trump em Nova york, dia 13/12/2016

Em abril de 2017, a Roger Federer Foundation organizou a quarta edição da partida filantrópica Match for Africa, em que famosos fazem duplas com o grande campeão do tênis e outro atleta profissional. Este ano, Federer – que está em quinto lugar no ranking mundial – fez uma escolha inusitada: Bill Gates.

Os dois enfrentaram John Isner, que atualmente ocupa o 25º lugar entre os melhores do mundo, e Mike McCready, músico da banda Pearl Jam. Gates assumiu que, embora o jogo fosse simbólico, ele estava nervoso: não queria ter uma performance ruim.

“Após anos de discursos, estou geralmente bastante confortável com aparições públicas”, escreveu ele em seu blog. “Mas uma coisa é praticar com seu treinador, outra é jogar na frente de 16 mil pessoas.”

E o que Bill Gates faz para enfrentar a pressão? Treinar muito e focar em fazer o necessário, sem se permitir distrações.

“Durante a partida, tentei ficar focado no que estava fazendo”, disse. “Se você pensa muito ou deixa seus músculos ficarem tensos, acaba batendo bolas ruins, o que te deixa mais tenso, e de repente está preso num ciclo vicioso.”

No fim, a dupla Gates-Federer conquistou a vitória e o evento angariou cerca de US$ 2 milhões para a causa – e parece que todo mundo se divertiu bastante.

*Este artigo foi originalmente publicado pelo Na Prática, portal da Fundação Estudar

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Como é trabalhar na McKinsey (que busca jovens de qualquer curso)

Postado por | 19 de junho de 2017 | Carreira

Recrutador com currículo

São Paulo – Começam hoje as inscrições do McKinsey Impact Experience, programa que quer atrair jovens talentos para trabalhar no escritório de São Paulo da consultoria estratégica, que a maior do mundo.

Universitários e tecnólogos regularmente matriculados em qualquer graduação podem participar do processo seletivo, que encerra inscrições no dia 13 de agosto. Apenas uma das etapas online é em inglês (e por escrito). Todas as outras, inclusive a fase de apresentações, serão em português.

A ideia é que durante todo o processo os jovens experimentem como é o trabalho na empresa, façam treinamentos online e participem sessões presenciais. Até mentoria dos sócios da McKinsey, os participantes terão. Os custos de viagem e estada para os jovens de fora de São Paulo serão cobertos pela consultoria.

Quem se destacar já vai pular etapas do processo de admissão para o cargo de analista de negócios (BA – sigla para business analyst). O McKinsey Impact Experience foi criado e é liderado por jovens BAs, como são chamados por lá.

Apesar de a iniciativa não ser uma competição de cases de negócios em seus moldes mais tradicionais, uma das etapas da seleção conta com a solução de um problema real de uma ONG, nunca resolvido antes.

“A gente incluiu o máximo possível de coisas que gostamos na McKinsey para que os participantes realmente tenham uma experiência real do que é trabalhar lá”, conta Natália Camargo, BA da McKinsey.

Os vencedores terão a chance de participar da implementação das soluções propostas por eles durante a competição. Serão selecionados três projetos cujas equipes criadoras vão participar de um fórum para CEOs promovido pela consultoria.

As três melhores equipes vão pular todas as etapas do processo de admissão e vão direto à fase final de entrevistas. Os primeiros colocados serão convidados a com o CEO da McKinsey na América Latina, Nicola Calicchio, e vão ter a chance de participar de treinamentos presenciais.

A seguir, veja o que dizem cinco analistas de negócios (BAs) da McKinsey sobre como é trabalhar na consultoria e quais as dicas para quem vai se inscrever no programa:

Bruna Del Negro

Bruna Del Negro: “conheci pessoas incríveis, que compartilham os mesmos valores que eu e sempre estão dispostas a ajudar” (arquivo pessoal/Divulgação)

O que faz?
“Analista de negócios (BA) na McKinsey. Entrei em 2015 como estagiária e, desde o ano passado, atuo como BA. Nesses dois anos, trabalhei em 10 projetos, nos setores de saúde, varejo, bens de consumo, seguros e automobilístico”.

O que mais a impressionou na empresa?
“O que me impressionou ao chegar e me impressiona até hoje é como as pessoas são inspiradoras. Desde o primeiro dia, conheci pessoas incríveis, que compartilham os mesmos valores que eu e sempre estão dispostas a ajudar. ”

Como é dia-a-dia de trabalho?
“Totalmente dinâmico e sem rotina. Faço análises e modelos no Excel, apresentações em Power Point, apresentações para CEOs, reuniões com sócios da McKinsey. Posso estar em São Paulo ou em qualquer outro lugar do Brasil”.

Que fase do processo seletivo achou mais desafiadora?
“As entrevistas de caso. Tinha dificuldade de trazer ideias porque sentia que me faltava senso de negócios Hoje, olhando para trás, vejo que não é nenhum bicho de sete cabeças. Preparando-se, usando o bom senso e sendo original, todo mundo pode ir bem”

O que diria para quem pretende se inscrever no McKinsey Impact Experience?
“Aproveite a experiência de forma completa. Tire dúvidas sobre o processo, o dia-a-dia na consultoria, conheça melhor as pessoas e, claro, divirta-se! ”

Vito Macedo

Vito Macedo: “As pessoas sempre têm tempo para explicar algo que você não esteja entendendo” (arquivo pessoal/Divulgação)

O que faz?
“Estou no 2º ano como analista de negócios (BA). Entrei na McKinsey como estagiário e, após o programa de estágio, recebi a oferta para me tornar BA. ”

O que mais o impressionou na empresa?
“A preocupação genuína das pessoas com meu desenvolvimento pessoal e profissional. Desde o primeiro dia, recebi coaching e dicas tanto das pessoas mais sêniores quanto de sócios e associados. As pessoas sempre têm tempo para explicar algo que você não esteja entendendo ou ajudar você a solucionar/estruturar algum dos desafios enfrentados pelos nossos clientes. Acho que esse ponto está muito relacionado a outro aspecto que me impressionou bastante dentro da McKinsey: as pessoas são viciadas em resolver problemas! É impressionante como todas as pessoas aqui estão empenhadas em resolver qualquer tipo de problema e, claro, sempre com diversão. ”

Como é seu dia-a-dia de trabalho?
“A palavra que mais bem define é aprendizado. Meu dia geralmente começa com reuniões de alinhamento das principais ações para o dia/semana, reuniões com o cliente para entender, extrair percepções ou construir juntos a solução do problema que estamos tentando resolver. No fim do dia, checo no que conseguimos avançar e verifico os próximos passo para o outro dia. Depois disso, jantar com algum amigo ou corridinha. ”

Que fase do processo seletivo achou mais desafiadora?
“Achei a 1ª fase, de entrevistas, bem desafiadora. Foi a primeira vez que fiz um case para valer (eu sabia como era e já havia treinado, mas nunca em um processo seletivo). O que me ajudou muito é o fato de as entrevistas da McKinsey também serem uma ótima oportunidade de desenvolvimento – e meus entrevistadores deixaram isso claro. Lógico que fiquei nervoso, mas como as entrevistas pareciam mais conversas eu fui ficando mais tranquilo e focando em responder o que era perguntado”

O que diria para quem pretende se inscrever no McKinsey Impact Experience?
“Divirta-se e aproveite a oportunidade para entender um pouco mais sobre o trabalho da McKinsey, conhecer pessoas e refletir se você acredita que esse é o tipo de impacto que você deseja trazer para a sociedade”.

Rodolfo Pelitz

Rodolfo Pelitz: “A McKinsey proporciona uma experiência ímpar de aprendizado acelerado” (arquivo pessoal/Divulgação)

O que faz?
“Estou no meu terceiro ano fora como coordenador da área de operações e finanças no Masp. Antes, era consultor digital da McKinsey”

O que mais o impressionou na empresa?
“A quantidade e qualidade dos recursos de apoio. Você tem toda ajuda para desempenhar suas funções ao máximo do seu potencial. ”

Como é seu dia-a-dia de trabalho?
“Muito dinâmico e produtivo, revezando entre reuniões com o cliente, pesquisa, discussão de ideias com o time e produção de apresentações. ”

Que fase do processo seletivo achou mais desafiadora?
“Entrevista com os sócios. Por mais que o tipo de entrevista seja parecido com as demais, sempre tem um nervosismo extra porse tratar de um sócio. A dica é treinar bastante para não ter erro na hora H.”

O que diria para quem pretende se inscrever no McKinsey Impact Experience?
“A McKinsey proporciona uma experiência ímpar de aprendizado acelerado! Aqui dentro você vai crescer muito pessoal e profissionalmente.”

Natália Camargo

Natália Camargo: “Consultoria é um trabalho demandante, mas ao mesmo tempo eu acho muito recompensador “ (arquivo pessoal/Thinkstock)

O que faz?
“Estou na McKinsey há 3 anos e meio. Sou engenheira naval formada pela Poli -USP, comecei como estagiária e fiz os dois anos do programa de BA. Atualmente estou no meio do meu programa de três ano, então saí um pouco da vida de projetos com clientes e estou trabalhando na estratégia interna da firma, diretamente com o nosso presidente para a América Latina.”

O que mais a impressionou na empresa?
“O conhecimento acumulado e a conectividade da firma. Como analista, a gente está sempre trabalhando com temas e indústrias diferentes e, na maioria das vezes – para não dizer todas -, os analistas não sabem absolutamente nada daquela área antes de começar o projeto. Mas quando pensamos na McKinsey como um todo, é impressionante a quantidade de projetos e temas com os quais alguém na firma já trabalhou, então sempre tem algum material para te ajudar no início de um projeto e alguém em algum lugar do mundo que já fez isso e pode te ensinar o caminho das pedras. ”

Como é dia-a-dia de trabalho?
“Dinâmico e intenso. Consultoria é um trabalho demandante, mas ao mesmo tempo eu acho muito recompensador – a gente aprende muito durante os projetos. Rotina não faz parte da realidade com certeza, cada projeto é bem diferente do outro. É difícil descrever um dia típico, mas os componentes mais comuns são: muito contato com o cliente, nos mais diversos níveis de hierarquia; reuniões com o time para discutir análises a serem feitas, resultados e implicações; desenvolvimento das análises de fato e apresentações. ”

Que fase do processo seletivo achou mais desafiadora?
“Acho que a primeira entrevista foi a mais difícil para mim. Eu havia participado recentemente de uma entrevista em uma outra empresa e a experiência não foi muito agradável, então estava um pouco traumatizada e, consequentemente, muito nervosa. Mas deu tudo certo! Os entrevistadores na McKinsey me trataram super bem, fizeram com que eu me sentisse bem à vontade e tranquila para conseguir dar o meu melhor durante todas as etapas.”

O que diria para quem pretende se inscrever no McKinsey Impact Experience?
“Só vem! Eu fiz várias competições de caso durante a faculdade, sempre gostei muito desse tipo de atividade – é uma oportunidade ótima para você testar se consultoria é algo que você gosta. Mas o McKinsey Impact Experience vai muito além disso”

Monique Freitas

Monique Freitas: “O dia-a-dia varia bastante de acordo com o projeto” (foto/Divulgação)

O que faz?
“ Sou uma analista de negócios no escritório de São Paulo prestes a iniciar meu terceiro ano”

O que mais a impressionou ao chegar à McKinsey?
“O ambiente de aprendizado contínuo, com pessoas brilhantes discutindo temas à exaustão para garantir as melhores recomendações aos clientes.”

Como é seu dia-a-dia de trabalho?
“Muito dinâmico. É até difícil utilizar a palavra rotina. O dia-a-dia varia bastante de acordo com o projeto, mas compreende momentos de análise, interação com o cliente e com o time. ”

Que fase do processo seletivo achou mais desafiadora?
“A preparação para entrevistas de case, apesar de bastante divertida, exigiu que eu aprendesse como resolver casos de negócio. Como tenho formação em Ciências Físicas e Biomoleculares, precisei aprender vários conceitos novos e a me estruturar bem.”

O que diria para quem pretende se inscrever no McKinsey Impact Experience?
“Aproveitem a oportunidade para experimentar um pouco do mundo único da McKinsey e estejam abertos para aprender bastante!”

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Leia o artigo completo em : Voce SA

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O que podemos aprender com organizações “disfuncionais”?

Postado por | 19 de junho de 2017 | Carreira

Antes de responder a essa pergunta, eu quero lançar uma outra questão: você sabe o que são as chamadas “organizações disfuncionais”? Para a escritora e historiadora americana, Alexa Clay, estas organizações são as de piratas, hackers e gângsteres. Pesquisadora da cultura underground e autora de livro sobre inovação na “economia dos desajustados”, Alexa afirma que há muito o que se aprender com eles.

Eu já mencionei que estamos vivendo um novo tempo, já estamos operando em um mundo volátil, incerto, complexo e ambíguo (Mundo “VUCA” – sigla em inglês para volatile, uncertain, complex and ambiguous) e, cada vez mais, precisamos aprender a lidar e atuar nesse novo cenário.

Hoje, será realizada a terceira edição do Encontro Nacional dos Líderes do Amanhã (ENLA), promovido pela Cia de Talentos, que tem como objetivo oferecer novos aprendizados, trocas de experiências e formação de repertório para a cocriação do futuro.

Durante o evento, Alexa Clay vai contar para executivos de recursos humanos, trainees e jovens profissionais, como hackers, máfia e piratas se reinventam ao longo dos anos, trabalham em redes globais e sendo altamente eficazes. As perguntas que não param de pulsar são: o que podemos aprender com essas organizações? Como elas sobrevivem neste novo mundo VUCA? Essas são as respostas que o ENLA se propõe a descobrir.

Este ano, o evento contará com uma cobertura quase em tempo real pelas mídias sociais. Ao longo do dia, jovens de empresas presentes e de Empresas Juniores contarão tudo o que estão descobrindo sobre o tema, que é tão instigante.

Então, hoje, esse é um texto-convite para você aprender mais sobre o Mundo VUCA e como podemos aprender com as organizações disfuncionais a nos reinventar nesse universo tão incerto que tem se apresentado para nós. Para acompanhar a cobertura do evento, basta confirmar sua presença online por meio desse link. No Instagram da Cia de Talentos também será possível saber o que acontece no evento, por meio do Stories

A cobertura terá início a partir das 14h. Espero você lá!

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Leia o artigo completo em : Voce SA

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3 lições para apreender com Gandhi, Mandela e Luther King

Postado por | 19 de junho de 2017 | Carreira

Confira três aspectos que se repetiram ao longo das trajetórias destes três líderes e que podem servir de fonte de inspiração no campo profissional

Leia o artigo completo em : Exame Carreira

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Como definir o preço do meu serviço?

Postado por | 19 de junho de 2017 | Carreira

São Paulo – Uma das maiores dificuldades de profissionais em começo de carreira é saber quanto realmente vale o seu serviço. Eduardo Ferraz, autor do livro Gente que Convence (Ed. Planeta), traz uma solução prática para quem não sabe como definir seu preço, em mais um dos vídeos de carreira.

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Leia o artigo completo em : Voce SA

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Tetra Pak, Aché, Oi e 36 empresas buscam estagiários e trainees

Postado por | 19 de junho de 2017 | Carreira

mulher em computador estudando

São Paulo – Mira uma vaga de trainee ou estágio? Confira as oportunidades disponíveis nos programas com inscrições abertas em ordem crescente de término do prazo.

Brookfield Energia – estágio
As oportunidades são para Barra da Tijuca no Rio de Janeiro, Juiz de Fora em Minas Gerais e Caxias do Sul no Rio Grande do Sul. A seleção é voltada para formados entre dezembro de 2018 a dezembro de 2019 que tenham inglês avançado, e domínio do pacote Office. Os cursos aceitos variam de uma localidade para outra. Administração, engenharias, direito, psicologia e ciências contábeis estão na lista que pode ser conferida no site da Vagas.com

Salário: não informado. Benefícios: vale-transporte, ticket-refeição, plano de saúde e seguro de vida.
Inscrições: até 22 de junho pela Vagas.com

ESPN – estágio
Há vagas para estudantes nas seguintes áreas: secretariado, marketing e comunicação, produção de conteúdo (E-sports). Para se candidatar é preciso ter inglês fluente e formação prevista para o período entre dezembro de 2018 e julho de 2019. Os cursos elegíveis são secretariado, administração de empresas, marketing, publicidade e propaganda, jornalismo e rádio e TV.

Salário: 1.133 reais
Inscrições: até 23 de junho pelo site da Page Talent

Carrefour – estágio
Há 20 oportunidades na capital paulista para estudantes de administração de empresas, agronomia, arquitetura e urbanismo, ciências da computação, comunicação social, direito, economia, engenharia, engenharia ambiental, engenharia civil, engenharia da computação, engenharia de produção, engenharia de alimentos, matemática, marketing, negócios da moda, propaganda e marketing, psicologia, publicidade e propaganda, tecnologia da informação, técnico do vestuário, técnico em modelagem, técnico têxtil, veterinária e zootecnia. Para se candidatar, é preciso ter concluir a graduação entre dezembro de 2018 e julho de 2019. Também são requisitos conhecimentos intermediários ou avançados de inglês e pacote Office.

Salário: não informado
Inscrições: até 23 de junho pelo site do programa

XP Investimentos – estágio
Há oportunidades nas áreas de webdesign, gestão de investimentos, equity sales institucional, mesa de execução de derivativos, compliance, private banking e telecom. Para se candidatar, é preciso ter formação entre junho de 2018 e dezembro de 2019, além de conhecimentos avançados de inglês e do programa Excel. Os cursos elegíveis são administração, comunicação social, economia, engenharias, marketing, design, estatística, matemática, ciências contábeis, relações internacionais, cursos relacionados a TI, entre outros.

Salário: 1.800 reais
Inscrições: até 23 de junho pelo site da Page Talent

DuPont – estágio
As oportunidades são para estudantes de nível técnico e superior a partir do segundo ano do curso. Há vagas para cursos superiores como administração de empresas, engenharia (produção, elétrica, eletrônica, mecânica, química, entre outras), marketing, estatística, economia, direito, ciências contábeis, biologia, veterinária e zootecnia, e também para cursos técnicos em química, alimentos, entre outros. Os locais de estágio são Barueri/Alphaville (SP), Paulínia (SP), Cotia (SP), Santa Cruz do Sul (RS), Coxilha (RS), Santa Rosa (RS), Formosa (GO), Catalão (GO), Brasília (DF) e Itumbiara (GO).

Salário: não informado 
Inscrições: até 25 de junho pelo site da empresa

Oi – trainee
Há vagas em diversas regiões para trainees mas o processo seletivo acontece no Rio de Janeiro (RJ). Podem participar da seleção que é formado há até três anos em engenharia (telecom, elétrica, produção, eletrônica, computação), sistemas de informação, ciência da computação, rede de computadores ou administração.

Salário: não informado
Inscrições: até 26 de junho pelo Vagas.com

VF Corporation – estágio
A dona de marcas como Vans, Kipling, Timberland, The North Face entre outras tem vaga para área de marketing em São Paulo (SP).

Salário: 1500 reais e benefícios.
Inscrições: até 30 de junho pelo site da Companhia de Estágios

Tetra Pak – estágio
A empresa oferece oportunidades para estudantes que se formem até julho de 2019 em cursos técnicos ou universitários, para estagiar em Ponta Grossa (PR) nas áreas de controladoria, supply chain e manutenção, e Monte Mor (SP) nas áreas de meio ambiente, oficina técnica, engenharia de processos, engenharia de automação e manutenção.  Para as vagas de nível superior, é preciso estar cursando administração, contabilidade ou engenharias. Já para as oportunidades de nível técnico, é requisito cursar o 2º grau técnico em mecânica, eletroeletrônica ou mecatrônica. É obrigatório ter inglês avançado e bons conhecimentos de pacote Office.

Salário: não informado
Inscrições: até 30 de junho pelo site do programa

The Linde Gases – estágio
São 14 vagas para diversas áreas e cursos e os selecionados vão trabalhar em Alphaville (SP), Cubatão (SP) e Jundiaí (SP).

Salário: não informado.
Inscrições:  até 30 de junho pelo site da Companhia de Estágios

Aché – estágio e trainee
Em seu programa de estágio oferece 21 vagas para as mais diversas áreas e cursos e para trainee são 14 vagas, sendo 12 para Guarulhos (SP) e 2 para Zona Sul de São Paulo (SP). Candidatos a trainee devem ter inglês no nível mínimo intermediário, mas áreas estratégicas exigem inglês avançado ou fluente e experiência no ambiente corporativo.

Salário: não informado
Inscrições: até 30 de junho, por meio do Companhia de Estágios e para trainee pelo site da Aché

BASF – estágio
A empresa tem vagas de estágio para diversas áreas e cursos em São Paulo (Morumbi, ABC). Há oportunidades para estudantes de direito, psicologia, marketing, matemática, administração, contábeis, química, farmácia, publicidade, biblioteconomia, todas as engenharias e outras.

Salário: de 1.521 reais a 2.226 reais
Inscrições: até 30 de junho pelo site da Companhia de Estágios

Amazon – estágio
Há 15 vagas para atuar em São Paulo em diversas áreas.

Salário: 1.900 reais
Inscrições: até 30 de junho pelo site da Companhia de Estágios

Syngenta – estágio
Há vagas em Cuiabá (MT), Maringá (PR) e Uberlândia (MG) para estudantes de agronomia ou engenharia agronômica com previsão de conclusão da graduação em dezembro de 2017. É requisito ter conhecimentos intermediários de pacote Office e disponibilidade para viagens.

Salário: não informado
Inscrições: até 30 de junho pelo site da Cia de Talentos

DSM – estágio
São quatro vagas para São Paulo para as áreas de recursos humanos, secretariado, ambiental e finanças.

Salário: não informado
Inscrições: até 30 de junho pelo site da Companhia de Estágios

Scania – estágio

São 10 vagas para São Bernardo do Campo (SP) de nível superior e técnico para diversos cursos.

Salário: não informado
Inscrições: até 30 de junho pelo site da Companhia de Estágios

Dana – estágio
São duas vagas para Gravataí (RS) para os cursos de engenharia (mecânica, mecatrônica, química, materiais e elétrica).

Salário: não informado.
Inscrições: até 30 de junho pelo site da Companhia de Estágios

KPMG – trainee
Há dois programas. Um deles, voltado para a área de consultoria, exige que o candidato curse a partir do 4º semestre ou seja formado em ciências contábeis, administração, economia, matemática, estatística ou engenharias. É preciso ter inglês a partir do nível intermediário e disponibilidade para trabalhar em São Paulo, Campinas, Curitiba ou Rio de Janeiro.

O programa voltado para a área de auditoria tem os mesmos requisitos do programa diferente. Com uma diferença: é preciso ter disponibilidade para trabalhar em Belém, Belo Horizonte, Brasília, Campinas, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Goiânia, Joinville, Londrina, Manaus, Piracicaba, Porto Alegre, Recife, Ribeirão Preto, São Carlos, São José dos Campos, Uberlândia, São Paulo ou Rio de Janeiro.

Salário: não informado
Inscrições: até 30 de junho pelo site do programa (aqui para o de auditoria e aqui para o de consultoria)

Indra Company –  trainee
As vagas são para recém-formados e estudantes de graduação e cursos tecnólogos nas áreas de engenharia da computação, ciência da computação, análise de sistemas, tecnologia da informação e correlatos. As vagas são para Campinas (SP)  e São Paulo (SP).

Salário: 1.880 reais
Inscrições:  até 1º de julho pelo Vagas.com

Atakarejo – estágio e trainee
Há vagas de estágio para quem está cursando graduação a partir do 6º semestre, com formatura a partir de julho de 2018.  As oportunidades são para Salvador (BA).

Já o programa de trainees recruta quem tem graduação concluída entre julho de 2015 e julho de 2018. Para aqueles que ainda cursam a graduação e irão concluí-la em julho de 2018, é necessário que estudem em período noturno para ter disponibilidade de trabalho de 8 horas por dia. As vagas também são para a capital baiana.

Salário: não informado
Inscrições: até 2 de julho pelo site do programa

Mercado Livre – estágio
Há vagas para estudantes de administração de empresas, comunicação social (publicidade e propaganda), engenharia de produção/gestão e marketing. É preciso concluir a graduação entre dezembro de 2017 e julho de 2018, além de ter conhecimento avançado de inglês e Excel.

Salário: não informado
Inscrições: até 5 de julho pelo site da Cia de Talentos

GPA – trainee

O Programa Trainee Liderança de Loja do GPA, controlador das bandeiras Extra e Pão de Açúcar, tem 24 vagas  e para se inscrever é preciso ter ensino superior completo, com formação a partir de 2013. Qualquer curso superior é aceito. Não é necessária experiência profissional prévia em varejo, mas este será um diferencial. Também é importante que ele tenha mobilidade para, eventualmente, trabalhar em uma cidade diferente da que mora no momento. As vagas serão igualmente divididas entre mulheres e homens.

Salário: não informado
Inscrições: até 16 de julho pelo site Gente de Talento

Tereos – trainees
Há vagas para profissionais com formação superior concluída no período entre dezembro de 2015 e dezembro de 2017. É preciso ter fluência em inglês ou francês, domínio das ferramentas de informática e disponibilidade para residir no interior de São Paulo. As vagas são para as seguintes áreas: agrícola, indústria, supply chain, finanças, jurídico, sustentabilidade, recursos humanos, comercial e TI.

Salário: não informado
Inscrições: até 22 de julho pelo site do programa

Solpanamby – trainee
São cinco vagas para São Paulo (SP) no programa Change Makers, que busca universitários de diversos cursos (Exatas, Humanas e Biológicas) com formação entre dezembro de 2014 e dezembro de 2017. Participação em projetos empreendedores acadêmicos ou corporativos é importante.

Salário: não informado
Inscrições:  até 18 de julho pelo Vagas.com 

Neodent – trainee
A empresa está com vagas abertas para o programa de trainee para os profissionais atuarem na sua sede em Curitiba, no Paraná. Profissionais graduados entre junho 2015 a junho 2017 dos cursos de administração, marketing, comércio exterior, ciências contábeis, engenharia, direito, odontologia, farmácia ou áreas afins.

Salário: 2.500 reais com benefícios inclusos: plano de saúde, plano odontológico, seguro de vida em grupo, incentivo de curto prazo (PPR), Vale alimentação e vale-refeição.
Inscrições: até 30 de julho pelo site Vagas.com

EY – trainee
São 700 vagas. O programa é destinado a estudantes universitários e recém-formados (até dois anos) de ciências contábeis (a partir do segundo ano), administração de empresas, ciências atuarias, direito, economia, engenharia, estatística, física, cursos de TI, matemática e relações internacionais (a partir do penúltimo ano de graduação). Nível intermediário de inglês é desejável.

As vagas disponíveis são nas áreas de auditoria, consultoria, impostos e transações corporativas, o programa oferece 30 oportunidades em Belo Horizonte (MG), 10 em Blumenau (SC), 10 em Brasília (DF), 45 em Campinas (SP), 40 em Curitiba (PR), 15 em Fortaleza (CE), 15 em Goiânia (GO), 35 em Porto Alegre (RS), 15 em Recife (PE), 150 em Rio de Janeiro (RJ), 15 em Salvador (BA) e 320 vagas em São Paulo (SP).

Salário: não informado
Inscrições: até outubro pelo site do programa

Deloitte – trainee
O programa recebe inscrições durante o ano inteiro e é voltado para universitários a partir do 2º ano de graduação ou recém-formados nos cursos de administração de empresas, ciências atuariais, ciências contábeis, comércio exterior, direito, economia, estatística, engenharia, matemática, física, relações internacionais, psicologia, gestão de recursos humanos ou cursos de TI. Há oportunidades em Belo Horizonte (MG), Campinas (SP), Ribeirão Preto (SP), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Joinville (SC), Porto Alegre (RS),  Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Paulo (SP).

Salário: não informado
Inscrições: até 31 de dezembro pelo VAGAS.com

Indigo – trainee
A empresa busca jovens com curso superior concluído (serão considerados todos os cursos de graduação com duração mínima de 4 anos) e fluência no idioma inglês ou francês.

Salário: não informado
Inscrições: até dezembro pelo site da empresa

Shell – estágio
Há oportunidades para estudantes universitários no Rio de Janeiro. Os candidatos devem ter previsão de formatura entre dezembro de 2018 e julho de 2019, além de inglês avançado. As vagas são para os cursos de administração, direito, economia, engenharia de produção e relações internacionais.

Salário: não informado
Inscrições: pelo site da empresa. O prazo não foi informado.

Unicasa –trainee
Os candidatos devem ter graduação entre 2014 e 2016 nos cursos de administração, publicidade, engenharia, economia, marketing, relações internacionais e comércio exterior, disponibilidade para viajar e residir em qualquer região do Brasil. O programa acontece durante três meses em Bento Gonçalves, sede da empresa.

Salário: 3 mil reais, plano de saúde, programa de auxílio educação, ajuda de custo para despesas (alimentação, hospedagem, locomoção), moradia e transporte.
Inscrições:  pelo site de trainees. O prazo não foi informado. Uma vez encerradas as inscrições, a Unicasa informa que mantém aberto o cadastro de currículos via site – os novos currículos inseridos após o período de inscrições entram em um banco de dados.

P&G –  estágio
As oportunidades são para graduados entre julho de 2018 e dezembro de 2018 com inglês avançado ou fluente. Estudantes de todas as graduações podem participar. As vagas são para São Paulo nas áreas de: compras; comunicação; engenharia; finanças; inteligência de mercado; jurídico; logística; manufatura; marketing; pesquisa e desenvolvimento; recursos humanos; tecnologia da informação; vendas.

Salário: não informado
Inscrições:  pelo site da P&G. O prazo não foi informado.

CTC (Centro de Tecnologia Canavieira) – estágio
Há vagas para estudantes com conclusão do curso prevista para o período entre dezembro de 2018 e dezembro de 2019. É preciso ter conhecimento intermediário de inglês e informática para se candidatar. O local de estágio é Piracicaba (SP). São aceitos os seguintes cursos: administração de empresas, ciências econômicas, relações internacionais, engenharia (agronômica e de produção), ciências biológicas e cursos relacionados com TI.

Salário: para o penúltimo ano, 9,83 reais/hora; para o último ano, 11,24 reais/hora
Inscrições: pelo site da Cia de Talentos. O prazo não foi informado.

Monsanto – estágio
A empresa busca formados entre julho de 2018 e julho de 2019 com conhecimento avançado de inglês e intermediário de pacote Office.Os cursos elegíveis são: economia, administração, marketing, relações públicas, direito, relações internacionais, ciências contábeis, comunicação e engenharia. As oportunidades são para São Paulo e Uberlândia. 

Salário: não informado
Inscrições: pelo site da Cia de Talentos. O prazo não foi informado.

JLT – estágio
A empresa busca estudantes dos cursos de administração, economia, ciências atuariais, direito, relações internacionais, engenharia, contabilidade e psicologia. As áreas disponíveis são backoffice, internacional, comercial e técnica. É preciso ter previsão de formatura para dezembro de 2018 e inglês fluente. As vagas são para Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP).

Salário: não informado
Inscrições: pelo site da empresa. O prazo não foi informado.

Itaú – estágio
Em seu programa de estágio corporativo, o banco recruta estudantes cursando a partir do antepenúltimo ano de graduações em exatas e humanas com duração mínima de quatro anos. As vagas são para a cidade de São Paulo.

Também há vagas abertas para o estágio na rede de agências. Para essas oportunidades, é requisito estar cursando bacharelado a partir do 2º ano dos seguintes cursos: administração de empresas, marketing, ciências contábeis, economia, relações públicas, comunicação e publicidade e propaganda. O horário de estudo precisa ser noturno.

Salário: não informado
Inscrições: o ano todo pelo site do banco

Mondelez – estágio
São mais de 20 vagas para atuação nas cidades de São Paulo, Bauru, Curitiba, Piracicaba, Recife e Vitória de Santo Antão. Para participar da seleção, é preciso que a previsão de graduação aconteça entre julho de 2018 e julho de 2019. As vagas são oferecidas em áreas como manufatura, pesquisa e desenvolvimento, vendas, marketing, finanças, entre outras. O idioma inglês é desejável, assim como conhecimentos do pacote Office.

Salário: não informado
Inscrições: o ano todo pelo site da Mondelez. Os candidatos devem buscar por “Intern” ou “Estagiário”.

Nestlé – estágio
Podem se candidatar estudantes cursando nível superior em qualquer curso de graduação com formação prevista para o período entre junho de 2018 e dezembro de 2018. Bons conhecimentos do pacote Office (Word, Office e PowerPoint), além de residir ou estudar em até 100 km de distância do local de estágio é um requisito. A empresa também pede que haja disponibilidade para início imediato.

Salário: não informado
Inscrição: o ano todo pelo site da Cia de Talentos

Pinheiro Neto – estágio
Podem se candidatar estudantes de todos os anos da graduação em Direito. Inglês avançado ou fluente é desejável. As vagas são para São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília.

Salário: não informado
Inscrições:
o ano todo pelo site da Cia de Talentos

Gemalto – estágio
O programa de estágio é destinado a universitários de antepenúltimo, penúltimo e último ano de graduação dos seguintes cursos: administração, ciências da computação, comércio exterior, economia, engenharia da computação, engenharia elétrica, sistema da informação, marketing, psicologia, recursos humanos, relações internacionais e relações públicas. O programa tem duração de até dois anos e carga horária flexível entre 20 e 40 horas semanais.

Salário: não informado
Inscrições: o ano todo pelo site da Gemalto

Ipiranga- estágio
O programa de estágio acontece durante todo o ano, conforme o surgimento de oportunidades.As inscrições estão sempre abertas, com oportunidades para estudantes do penúltimo ou último ano do ensino superior e último ano do curso técnico.

Salário: não informado
Inscrições: o ano todo pelo site da Ipiranga

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Leia o artigo completo em : Voce SA

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As 27 profissões mais estressantes nos EUA

Postado por | 18 de junho de 2017 | Carreira

Conheça as carreiras mais carregadas de adrenalina nos Estados Unidos; profissionais de saúde dominam o ranking

Leia o artigo completo em : Exame Carreira